Com grande pesar, a Diretoria do CBT recebeu a notícia do falecimento prematuro do sócio José Luiz Pinho (foto), no dia 1 de julho. A família comunica que amanhã, dia 8/7, uma missa em memória do engenheiro será realizada em São Paulo, às 19h, na Paróquia Nossa Senhora Mãe do Salvador (Cruz Torta). A igreja está localizada em Pinheiros, na avenida Prof. Frederico Herrmann Jr., número 105.
“Pinho era um profissional muito dedicado. Um de nossos distintos sócios no Comitê Brasileiro de Túneis”, afirma Tarcísio Barreto Celestino, presidente do Comitê. “Transmito em meu nome e no de todos os que compõem o CBT as mais sinceras condolências à família”.
Outras três missas serão rezadas em memória de Pinho. Duas no Rio de Janeiro e uma em Portugal. As missas cariocas acontecem no dia 7 e 9 de julho, ambas às 19h. A missa do dia 7 será realizada na Igraja Matriz Nossa Senhora de Fátima, a do dia 9, na Paróquia São Vicente de Paula. Em Portugal, a missa acontece no dia 7 de julho, às 19h, na Igreja de Santo António do Estoril.
José Luiz Pinho – um gênio da engenharia tuneleira no Brasil e no mundo
José Luiz Pinho faleceu,no Rio de Janeiro, aos 57 anos. Conhecido e reconhecido pela comunidade tuneleira, Pinho deixou sua marca nas maiores obras de túneis no Brasil e em outros países do mundo onde esteve trabalhando, sempre na direção técnica e/ou de construção pela Construtora Odebrecht, ou liderando uma equipe de estudo para uma concorrência de um grande empreendimento tuneleiro no Brasil ou no exterior. Especializado em túneis, iniciou sua carreira no Rio de Janeiro, passou por projetos, monitoramento e construção de obras de túneis em diversos países. Alguns exemplos são Argélia, e Portugal, onde morou por vários anos. De volta ao Brasil, o engenheiro fixou residência no Rio de Janeiro. Participou como um dos responsáveis pela construção dos metrôs de Lisboa e Caracas. Participou de estudos em diversas concorrências de obras tuneleiras como o metro de Dubai, de Miami e de outros países. No Brasil, o engenheiro participou da construção das linhas 2 e 4 do metrô de São Paulo, este último recém inaugurado no trecho Faria Lima- Paulista, da Via Amarela, e também estudou a concorrência da nova linha 5. “Todos conhecem o Pinho. De um jeito ou de outro, todos o conhecem das grandes obras de tuneis. E, se havia alguma grande obra, lá estava o Pinho, seus projetos, conceitos, estudos e orientações”, afirma Akira Koshima, do CBT. “É uma grande perda para a comunidade tuneleira”.